terça-feira, fevereiro 12, 2013

À Coruña. Já.

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O meu clube parece ter-se tornado um alvo apetecido para um grupo de criaturas tipo cidadãos como deve ser e que acham que o mundo, as pessoas, o clima e o futebol lhe devem alguma coisa. É uma prática conhecida e muito em uso nesta repartição, mormente ali para os lados do Rato.

As criaturas da foto parecem ser um bom exemplo do que digo. Ainda ontem, por exemplo, fui ligando, a espaços, a televisão para o «Prolongamento» da TVI 24 e de cada vez que o fiz ouvi, sempre, Eduardo Barroso dizer que havia um pacto de silêncio firmado na Assembleia Geral até às eleições e, por isso, não falava. Ele não falava, mas ia lançando vitupérios contra todos os que ousaram enfrentá-lo. Fremente, raivoso e hipócrita fartou-se de falar, colocando entre vírgulas, que havia um pacto de silêncio que o impedia de falar. É uma prática conhecida. desprezível mas, infelizmente, muito em uso.

Eu não percebo um «bite» das razões que conduziram o Spoting à desgraça em que se encontra. E julgo, até, que o presidente demissionário não me parece de especial competência. Mas não consigo dissociar a tragédia do clube a uma espécie de assalto dos socialistas que, julgo, começou já com Dias da Cunha. Teimosos, pesporrentes, vaidosos, arrogantes, geralmente incompetentes e seguros de que a natureza os gratificou com uma aptidão especial para dizer às pesoas o que devem fazer e como devem ser. Não é extraordinária a semelhança com outros filmes a correr?

Nota: Domingos Paciência acabou de ser despedido do Desportivo da Coruña, ao fim de pouco mais de um mês. Barroso e Sampaio deviam lá ir fazer um chinfrim qualquer e iluminar os dirigentes do clube. Não se admite...
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